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Onimusha: Way of the Sword redefine o legado samurai com RPG e hack-and-slash moderno

Capcom lança reboot do clássico Onimusha com combate dinâmico, árvores de habilidades e missões abertas. Preview revela mudança radical para a franquia de 25 an

O retorno de um mito: Onimusha abandona o passado para abraçar o futuro

Capcom não está brincando quando diz que 2026 é o ano do samurai. Após 25 anos desde o primeiro Onimusha (2001), a franquia está de volta com um reboot radical que promete redefinir o legado do herói Musashi. Onimusha: Way of the Sword estreia em 4 de setembro de 2026 para Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, e a primeira impressão de quem pôde testá-lo por duas horas é clara: este não é o Onimusha que você conheceu no PlayStation 2.

Em vez de repetir a fórmula de ação fixa e câmeras estáticas dos clássicos, a Capcom optou por um hack-and-slash moderno, com missões abertas, árvores de habilidades profundas e combate dinâmico. A demo apresentada pelo Polygon revelou um jogo que equilibra a essência da série — batalhas épicas contra demônios Genma e o estilo samurai — com mecânicas de RPG que prometem manter os jogadores engajados por horas.

Da prisão do PS2 à liberdade do open-ended: o que mudou?

Os fãs dos jogos originais (2001-2006) devem se preparar para um choque. Onimusha: Way of the Sword abandona o sistema de câmeras fixas e ângulos pré-definidos, substituindo-os por uma perspectiva third-person livre, similar ao que vimos em Devil May Cry 5 ou Sekiro. A jogabilidade é centrada em combate fluido, onde o jogador deve dominar bloqueios, contra-ataques, golpes pesados e finishers para vencer.

Mas o grande diferencial está nos elementos de RPG e mundo aberto. Durante a demo, os jogadores puderam explorar um vilarejo demoníaco onde, pela primeira vez na série, missões podem ser concluídas em qualquer ordem. Isso inclui fechar brechas demoníacas, salvar NPCs e coletar recursos para upgrades. No entanto, o espaço é limitado — pense em algo como Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake, mas com mais foco em ação do que em terror.

**"A Capcom está claramente tentando modernizar a franquia sem apagar sua identidade. O combate é rápido e satisfatório, mas é a progressão que realmente chama atenção."** > — Giovanni Colantonio, *Polygon*

Árvore de habilidades e combate: a alma do novo Onimusha

O sistema de progressão é um dos pontos altos. Way of the Sword apresenta uma árvore de habilidades extensa, semelhante à de God of War (2018), onde os jogadores podem investir em:

  • Melhorias de stats (dano, defesa, vida).
  • Upgrades de equipamentos (armas, escudos, amuletos).
  • Novas técnicas de combate (parry avançado, chains de finishers, ataques especiais).

Durante a demo, foi possível desbloquear habilidades como parry mais eficiente e a capacidade de encadear um inimigo extra após um finisher, o que adiciona profundidade ao sistema. Além disso, o jogo incentiva a criatividade: é possível usar o arco para derrubar pedras em inimigos, empurrar carrinhos para cima deles ou até mesmo transformar tábuas em escudos temporários.

No entanto, o combate em si ainda é básico em sua essência. A maior parte do tempo é gasta repetindo combinações como "golpe, bloqueio, quebra de guarda, finisher". As variações vêm de inimigos únicos (como insetos rápidos ou cabeças flutuantes), mas a sensação é de que o sistema só começa a brilhar quando habilidades são desbloqueadas.

Bosses: o ponto alto que mantém a identidade da franquia

Se há algo que Onimusha sempre fez bem, são os duelos contra chefes. A demo confirmou que essa tradição continua intacta. Dois confrontos foram destacados:

  1. Daidara, o Genma gigante: Um inimigo que exige maestria no sistema de combate, com fases que testam bloqueios, esquivas e uso estratégico de recursos.
  2. Rasho-gan: Um chefe secundário, rápido e imprevisível, que proporciona um dos momentos mais emocionantes da demo.

Ambos os combates são longos e desafiadores, mas justos, com animações fluidas e um senso de escala que lembra os melhores momentos de Devil May Cry ou Nioh.

O que falta saber: estrutura e equilíbrio

Apesar da demo de duas horas ser substancial, algumas dúvidas persistem:

  • Qual é a proporção entre níveis lineares e missões abertas? O vilarejo demoníaco é uma exceção ou a regra?
  • Como é o sistema de salvamento? A demo mostrou que inimigos reaparecem em áreas específicas, o que pode gerar frustração se não houver progressão clara.
  • Quão profundo é o RPG? A árvore de habilidades parece extensa, mas será suficiente para manter os jogadores engajados por mais de 20 horas?

A Capcom ainda não revelou o roteiro completo, mas a narrativa parece manter o tom sombrio e mitológico da série, com Musashi (agora com um design atualizado) enfrentando os demônios Genma em um Japão feudal corrompido.

Por que isso importa

**"Onimusha: Way of the Sword não é apenas um reboot — é uma reinvenção. A Capcom está apostando alto ao transformar uma franquia de nicho em um título moderno que pode atrair tanto fãs antigos quanto novos jogadores. Se o jogo equilibrar bem a progressão de habilidades com combates satisfatórios, ele pode se tornar um dos grandes lançamentos de setembro de 2026 e provar que a Capcom ainda domina o gênero de ação."**

Fatos confirmados

  • Lançamento: 4 de setembro de 2026.
  • Plataformas: Nintendo Switch 2, PS5, Xbox Series X|S, PC.
  • Combate: Third-person hack-and-slash com sistema de habilidades profundo.
  • Mundo: Missões abertas limitadas (vilarejos e áreas exploráveis), mas não open-world.
  • Bosses: Combates épicos mantêm a identidade da franquia.

Rumores (não confirmados)

  • Multiplayer: Não há menção a modo cooperativo ou PvP.
  • História estendida: A demo não revelou todo o enredo, mas há indícios de que Musashi terá um arco mais desenvolvido.
  • DLC pós-lançamento: Ainda não anunciado, mas possível dado o histórico da Capcom.

Análise editorial

A abordagem de Way of the Sword é arriscada, mas inteligente. Ao abandonar a fórmula antiga em favor de um sistema mais acessível e profundo, a Capcom está tentando atualizar a franquia sem alienar seus fãs. O resultado é um jogo que parece familiar, mas soa novo — uma combinação perigosa, mas que pode funcionar.

O maior desafio será manter o equilíbrio entre linearidade e liberdade. Se as missões abertas forem muito repetitivas ou os inimigos muito recorrentes, os jogadores podem se cansar rápido. Por outro lado, se a progressão de habilidades for bem executada, Onimusha: Way of the Sword pode se tornar um novo clássico do gênero, ao lado de Sekiro ou Nioh.

O que acompanhar a seguir

  1. Novos trailers: A Capcom deve liberar mais vídeos focando em história, habilidades e chefes até o lançamento.
  2. Gameplay estendida: Espera-se que canais como IGN, GameSpot e VGC publiquem análises mais detalhadas nas próximas semanas.
  3. Beta ou demo final: Não há confirmação, mas é possível que a Capcom libere uma versão jogável completa antes do lançamento.
  4. Comparações com outros títulos: Como Onimusha se posicionará contra Wo Long: Fallen Dynasty e Ghost of Tsushima?

Conclusão: Um reboot que vale a pena?

Onimusha: Way of the Sword não é perfeito. A demo revelou um jogo com potencial enorme, mas ainda em estágio de polimento. Se a Capcom acertar no equilíbrio entre missão aberta e combate satisfatório, este reboot pode redefinir a franquia para uma nova geração. Caso contrário, corre o risco de ser mais um jogo de samurai esquecido.

Para os fãs: Preparem-se para um Onimusha mais dinâmico e personalizável. Para os novos jogadores: Esta pode ser a porta de entrada perfeita para um clássico ressuscitado.

Onimusha: Way of the Sword chega em 4 de setembro de 2026 — e o relógio está correndo.

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Fonte original: www.polygon.com

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