Ben Affleck fatura US$ 1 milhão em ‘Quem Quer Ser um Milionário?’ e reforça legado de celebridades no game show
Ben Affleck fatura US$ 1 milhão no game show ‘Quem Quer Ser um Milionário?’ com ajuda de um campeão do ‘Jeopardy!’ e dobra a aposta dos fãs no formato.
Ben Affleck fatura US$ 1 milhão em ‘Quem Quer Ser um Milionário?’ — e a tradição dos vencedores-celebridades segue forte
O grande momento: Affleck e Ding conquistam o prêmio máximo com estratégia de alto nível
Em um episódio que entrou para a história do game show Quem Quer Ser um Milionário?, transmitido pela ABC na noite de 29 de julho de 2026, o ator e diretor Ben Affleck levou para casa US$ 1 milhão — não sozinho, mas ao lado de Jamie Ding, campeão do Jeopardy! e parceiro de trívia de longa data. A vitória não foi apenas um feito pessoal, mas um marco na tradição do programa, que já viu estrelas como Matt Damon (colega de Affleck em Bom Will Hunting) repetir o feito em julho de 2025.
O episódio, que contou com a apresentação de Jimmy Kimmel, foi recheado de suspense, especialmente na pergunta final — sobre quais perus não foram perdoados por presidentes dos EUA. As opções: A) Peanut Butter & Jelly; B) Tater & Tot; C) Mac & Cheese; D) Spaghetti & Meatball. Sem certeza, Affleck e Ding usaram dois lifelines: primeiro, consultaram Kimmel, que arriscou em Spaghetti & Meatball, e depois ligaram para Stephen Morrison, parceiro de trívia de Ding, que não soube responder. Foi então que Affleck, confiante, disse: “Eu apostaria em Jimmy. Vamos nessa.” A resposta certa selou o prêmio — e a comemoração foi digna de holofotes, com confetes e abraços emocionados.
**Por que isso importa:** > *O feito de Affleck não é apenas um marco pessoal, mas uma prova de que o formato do game show — especialmente com a ajuda de especialistas em trívia — ainda é capaz de surpreender, mesmo após décadas no ar. A tradição de celebridades vencerem e doarem o prêmio para causas sociais reforça o apelo humanitário do programa, que há anos se reinventa sem perder seu charme.*
O contexto: ‘Quem Quer Ser um Milionário?’ e a era Kimmel
Desde que Jimmy Kimmel assumiu o comando do programa em abril de 2020, Quem Quer Ser um Milionário? passou por uma revitalização significativa. A versão moderna, que inclui duplas de celebridades (ou times de especialistas), trouxe um novo fôlego ao formato clássico. Affleck e Ding são o quinto par de vencedores milionários sob a gestão de Kimmel, seguindo trajetórias como:
- David Chang (novembro de 2020) — primeiro vencedor da nova fase.
- Ike e Alan Barinholtz (agosto de 2024).
- Matt Damon e Ken Jennings (julho de 2025).
- Oscar Nuñez e Kate Flannery (setembro de 2025, de The Office).
Kimmel, em entrevista à Variety antes do episódio, brincou: “Eu não tenho certeza se Ben sabia que estava emparelhado com um campeão quando aceitou participar. Mas quando contei, ele pareceu surpreso e feliz. Acredito que ele estava preparado para fazer isso sozinho — e ele é muito inteligente, esse Ben Affleck.”
A dinâmica entre celebridades e especialistas em trívia tem se tornado um dos grandes atrativos do programa. Enquanto o público adora ver estrelas se desequilibrando diante de perguntas complexas, a presença de Jeopardy! ou Trivia experts garante que o nível de dificuldade — e o suspense — permaneça elevado.
O destino do prêmio: caridade e conexão com o Congo
Todo o valor conquistado por Affleck e Ding será doado para a Eastern Congo Initiative (ECI), organização pioneira nos EUA focada em advocacy e apoio às comunidades da região do Congo Oriental. Fundada por Affleck em 2010, a ECI já financiou projetos nas áreas de saúde, educação e direitos humanos, especialmente para mulheres e crianças afetadas por conflitos.
A escolha da causa não é aleatória: Affleck tem sido um ativista vocal pela região, visitando o Congo várias vezes e usando sua plataforma para chamar atenção para crises humanitárias. Em 2025, por exemplo, ele participou de uma campanha na ONU sobre a situação dos direitos das mulheres no país.
Análise: O gesto reforça uma tendência crescente entre celebridades de usarem sua visibilidade para causas sociais — não como marketing, mas como compromisso de longo prazo. Enquanto alguns optam por doações pontuais, Affleck integra a ECI à sua imagem pública, algo que pode inspirar outros vencedores milionários no futuro.
O impacto para os fãs e o que vem por aí
O episódio de Affleck não foi apenas mais um marco no programa — foi um lembrete de que Quem Quer Ser um Milionário? continua relevante em uma era dominada por reality shows e streaming. A combinação de celebridades, especialistas em trívia e causas nobres mantém o formato fresco e atraente para diferentes públicos.
O que acompanhar agora: - Novo episódio do game show: A ABC deve anunciar brevemente o próximo par de celebridades ou times de especialistas. - Reação dos fãs: Nas redes, a vitória de Affleck já gerou memes — especialmente pela cena em que ele diz “Eu apostaria em Jimmy” — e debates sobre quem seria o próximo candidato a faturar US$ 1 milhão. - Possível retorno de Affleck: Dado seu histórico, não é improvável que ele volte ao programa em uma edição especial ou como convidado recorrente. - Impacto na ECI: Com o novo aporte financeiro, a organização deve acelerar projetos em andamento, possivelmente com maior cobertura midiática.
Rumores não confirmados: - Há especulações de que Ryan Reynolds ou Emma Watson possam ser os próximos a participar do programa, mas nada foi oficializado pela ABC. - Alguns fãs especulam que o formato poderia incluir uma edição com influencers de trívia digital, mas isso ainda depende de testes internos.
Por que ‘Quem Quer Ser um Milionário?’ ainda é relevante em 2026?
Em uma época em que os game shows muitas vezes dependem de interatividade digital ou formatos low-stakes, Quem Quer Ser um Milionário? consegue se destacar graças a três pilares:
- A combinação de celebridades e experts: Isso garante que o programa não seja apenas um espetáculo de estrelas, mas também um desafio intelectual.
- A causa social: A doação do prêmio para instituições de caridade humaniza o formato e atrai tanto fãs quanto meios de comunicação.
- A narrativa emocionante: Perguntas como a dos perus perdoados por presidentes criam momentos de tensão que viralizam, alimentando discussões nas redes.
Fato: Desde 2020, o programa já distribuiu mais de US$ 5 milhões em prêmios, com quase todos os vencedores doando para causas benéficas.
Rumor: Ciráculos da indústria dizem que a ABC estuda lançar uma versão internacional do formato, com edições em países como Brasil, Japão e Alemanha, mas nenhum anúncio oficial foi feito.
Conclusão: Um marco que vai além do dinheiro
A vitória de Ben Affleck em Quem Quer Ser um Milionário? não é apenas um feito individual — é um reflexo de como o programa continua a se reinventar, mantendo sua essência enquanto se adapta aos novos tempos. Para os fãs, é mais um capítulo emocionante na história do game show; para a Eastern Congo Initiative, é um impulso financeiro e midiático; e para o público geral, é um lembrete de que, mesmo em uma era de entretenimento fragmentado, existem formatos que ainda conseguem unir diversão, desafio e propósito.
Enquanto Affleck comemora com Ding e Kimmel, uma coisa é certa: o legado de Quem Quer Ser um Milionário? — e de seus vencedores — está longe de acabar.
Fique de olho: - Próximas edições do programa (a ABC deve confirmar datas em breve). - Possíveis participações de outras celebridades — quem será o próximo? - Atualizações da Eastern Congo Initiative sobre como o prêmio será aplicado.
E, claro, prepare-se para mais momentos de tensão, risadas e lições de trívia — porque, afinal, Quem Quer Ser um Milionário? ainda é um dos programas mais divertidos da TV.

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Fonte original: variety.com